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terça-feira, 27 de novembro de 2012

Disco: 'Privateering', de Mark Knopfler

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Depois de mais ou menos três anos de espera, desde o lançamento de Get Lucky (2009), finalmente os brasileiros podem colocar as mãos no mais recente álbum solo do músico britânico Mark Knopfler: Privateering (2012), um disco duplo que totaliza 20 canções embaladas pelo gênero folk blues, tão apreciado por Knopfler. Fã incondicional do ex-líder da extinta banda Dire Straits, eu sempre acompanhei com entusiasmo as produções individuais de Mark – e posso dizer, com segurança, que nunca tive uma decepção real com aquilo que ele já compôs em todos esses longos anos.

Mistura equilibrada de country e folk blues, com uma leve e persistente presença do rock clássico, utilizando-se de instrumentos como sanfona, banjo e violino, Privateering é – assim como o disco anterior, Get Lucky – uma prova consistente e indiscutível da maturidade artística de Knopfler. Maturidade esta que, na verdade, ele sempre pareceu possuir, desde o distante trabalho em Golden Heart (1996), seu primeiro disco solo, em que já estavam presentes o bom ritmo, as letras com qualidade, a "ousadia comportada" característica do músico e a voz com timbre grave e sorumbático.

Mark já lançou sete discos solo até o momento. Com Privateering, ele dá algumas mostras de como anda sua tendência atual: uma simpatia pelo som norte-americano aliada à paixão pelas origens celtas. Essa união singular produz músicas belíssimas, como a balada "Kingdom of Gold" e a nostálgica "Haul Away". A faixa-título, "Privateering", é sem dúvida uma das melhores do álbum, e posso dizer que ela já era a minha preferida mesmo nas versões ao vivo que Mark Knopfler reproduziu nas suas últimas turnês.

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Get Lucky (2009) e Golden Heart (1996): álbuns com a maturidade sempre notável de Mark Knopfler

Ouvintes de Dire Straits podem estranhar o som de um álbum como Get Lucky, por exemplo, ou de Privateering, dada a enorme diferença entre o ritmo pop da antiga banda inglesa e a profundidade mais arqueológica do trabalho solo de seu ex-líder. Ao lado de grandes hits como "Sultans of Swing" e "Money for Nothing", faixas tais como "Redbud Tree" ou "Dream of the Drowned Submariner" podem soar monótonas, enfadonhas ou incompreensíveis. No entanto, bem feitas as contas, já na condição de guitarrista dos Straits, Mark Knopfler plantou sementes que mais tarde, em sua carreira solo, floresceriam. Essas sementes, vejo agora, eram músicas como as saudosas "Why Worry", "Ride Across the River" e "Lions", dentre outras.

Aos fãs de Knopfler, resta então se deleitar com este novo álbum, original, eclético, profundo e agradável aos ouvidos… e esperar pelo próximo trabalho deste músico que, apesar dos passeios que já fez pelos mais diferentes ritmos e solos, nunca decepcionou aqueles que cativou desde os anos 1980.

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Privateering (2012) – Playlist
CD I
  1. Redbud Tree
  2. Haul Away
  3. Don’t Forget Your Hat
  4. Privateering
  5. Miss You Blues
  6. Corned Beef City
  7. Go, Love
  8. Hot or What
  9. Yon Two Crows
  10. Seattle
CD II
  1. Kingdom of Gold
  2. Got to Have Something
  3. Radio City Serenade
  4. I Used to Could
  5. Gator Blood
  6. Bluebird
  7. Dream of the Drowned Submariner
  8. Blood and Water
  9. Today is Okay
  10. After the Beanstalk

quarta-feira, 21 de março de 2012

Norah Jones lança mais uma do novo CD

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A cantora Norah Jones divulgou na manhã de hoje a inédita Travelin’On, mais uma de seu novo álbum, Little Broken Hearts. No final de fevereiro a cantora havia divulgado as faixas do novo disco e lançou a décima da lista, Happy Pills.

O CD está sendo produzido por Danger Mouse e provavelmente sairá pela gravadora Blue Note no início de maio. Na divulgação das faixas, Norah Jones aproveitou para anunciar sua turnê mundial em suporte a Little Broken Hearts. A cantora passará pelos EUA e Europa durante o período de 25 de maio até 23 de agosto. Ainda não há previsão para shows no Brasil.
Ouça:
Travelin’On
Happy Pills

segunda-feira, 5 de março de 2012

Marisa Monte, Anderson Silva e a dança de salão

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Dona de uma voz encantadora, Marisa Monte, uma das maiores artistas da música brasileira na atualidade, conseguiu mostrar em 2011 o outro lado de um lutador. Anderson Silva, mais conhecido como Spider Silva na Ultimate Fighting Championship (UFC), se mostra um homem sensível e delicado no clipe “Ainda Bem”.

Para os que acham que “dançar não é coisa de homem”, o temido lutador prova o contrário. Embalado pela canção, ele dançou um bolero com a cantora, mostrando uma suavidade imensa a cada passo, coisa que muitos por preconceito não conseguem. Provando que mesmo sendo um grande lutador é capaz de ter delicadeza para ouvir e sentir a música.

A dança tem uma mágica, um segredo, transforma tudo e todos em belo, pois faz aflorar a gentileza e a sensibilidade. Superamos a barreira do toque através da dança de par, um completa o outro e é preciso estar em total sintonia, se não a dança não tem graça. Para dançar precisa-se ter prazer e desligar-se dos outros, curtir o momento, assim o resultado fica como o do clipe: uma dança envolvente e cativante.

O clipe ganhou as redes sociais ano passado (2011), mas toda vez que vejo me encanto. Uma produção simples, toda em preto e branco, destaca a dança e a sensibilidade. Apreciem também: 



domingo, 4 de março de 2012

Impressões: Shine on You Crazy Diamond

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Eu costumo dizer que o entardecer de domingo é a hora mais apropriada possível para se escutar a música Shine on you crazy diamond, da banda britânica Pink Floyd. Não posso afirmar isso com certeza, mas acredito que na primeira vez em que ouvi essa canção – e isso faz muito tempo – estávamos em um domingo à tarde, às portas da noite. E, no final das contas, essa música memorável ficou associada na minha mente a esse horário do primeiro dia da semana.

Essa associação chega a ser muito importante para mim pelo simples fato de ser muito conveniente para todos. Quais são os sentimentos que nós geralmente sentimos quando estamos em um domingo, ao pôr-do-sol, às beiras de uma longa, tediosa e cansativa semana? Além de totalmente propenso à meditação sobre a vida, eu fico relativamente deprimido, tentando juntar forças para encarar as brabas atividades semanais. E não há trilha sonora melhor para embalar esse contexto de emoções do que Shine on you crazy diamond.



Como todos os fãs de Pink Floyd sabem, essa música se encontra no álbum Wish you were here, cuja arte da capa se encontra aí em cima. Shine on you crazy diamond abre e fecha o álbum, já que é dividida em duas grandes partes – a primeira com 13:32 minutos, e a segunda, com 12:22, totalizando uma viagem de 25:54. Nessa postagem, eu me detenho especificamente à primeira parte (a que abre o CD), pois ela é a minha preferida das duas, muito embora a parte II também seja excelente.

Quando eu era criança, tinha medo da capa desse vinil. Disso eu lembro bem. Antes mesmo de conhecer qualquer música do Pink Floyd, eu vasculhava a discoteca do meu irmão a fim de olhar as capas dos CDs, e uma das que eu peguei certo dia foi justamente a de Wish you were here. Fiquei olhando para aquela foto durante dezenas de minutos, bestificado. "O cara está pegando fogo tranqüilamente. Que horrível". E passei a evitar olhar para aquele CD.



Hoje, tenho essa arte de capa como uma das minhas preferidas de todos os tempos. Acho que antigamente sabiam fazer capas de CDs de rock realmente boas, sem que precisassem colocar nelas um integrante da banda sequer. Essa do Floyd, por exemplo, é tão cheia de possibilidades de interpretação que eu sempre me pego encontrando um novo significado para ela. O sentido que mais gosto de dar a essa imagem é justamente a mais difundida entre os fãs: a banda Pink Floyd está se despedindo formalmente do seu co-fundador principal, Syd Barrett, que fora consumido pelas drogas e teve que se afastar dos palcos.

Aliás, é de conhecimento geral que Shine on you crazy diamond é uma homenagem ao ex-integrante da banda. Também gosto de ouvir essa música lembrando desse bonito detalhe.

Para ser absolutamente sincero, não tenho o costume de escutar essa música na íntegra, embora a ache belíssima de qualquer modo. (Tenho uma teoria que diz que os fãs da banda não ouvem mais com a mesma freqüência as longas músicas do Floyd na íntegra, apenas os trechos que mais apreciam). Mesmo assim, é um hino, e gosto de escutá-la do começo ao fim pelo menos uma vez no mês.



De resto, me bastam os 4 minutos iniciais da música para que grande parte dos meus problemas sejam esquecidos. Estou falando da magnífica e famosa introdução de Shine on you crazy diamond, que começa com notas sutis do teclado de Richard Wright, em um longo lamento, que se junta a seguir com os acordes igualmente singelos da guitarra de David Gilmour. O curioso é que são notas dispersas, mas incrivelmente precisas. Fica a impressão de que elas não poderiam se arrumar de outra maneira que não aquela. É impressionante.

Igualmente impressionante é o poder sedativo desses quatro minutos iniciais. Dão a sensação de que você está entrando em um mundo novo, aconchegante, no qual pode finalmente respirar em paz, sem a presença de nada que lhe perturbe o espírito. Definitivamente, a introdução dessa música é um convite. Um convite a este mundo novo sem tribulações, asséptico e pacífico.

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Esta e outras crônicas você encontra também no blog Gato Branco em Fuligem de Carvão. Para visitá-lo, clique aqui. :)

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Da série: músicas que o Lupa Cult indica

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Acredito que todos (leitores e não leitores do Lupa Cultural) gostam de música. A música é capaz de nos acalmar, como também pode nos deixar animados e às vezes nos fazer refletir. Algumas são nostálgicas e outras simplesmente nos divertem.
Ao entrar no carro, a primeira coisa que fazemos após dar a partida é ligar o rádio. Quem nunca colocou uma música gostosa para relaxar na hora do almoço ou até mesmo durante aquele jantar romântico? Música vale a pena na hora de executar algum trabalho, ao escrever uma carta a um antigo amigo...
Entretanto, há diversos estilos musicais e sempre é bom conhecer coisas novas. Pensando nisso, elaborei uma pequena lista de músicas para vocês:
Regina Spektor é cantora, compositora e pianista russa. Viveu em Moscou até os nove anos e mudou-se para os EUA durante o período da Periestroika. Regina canta na maior parte das vezes em inglês (vez ou outra mistura algumas palavras em latim, russo e francês) e cada música sua parece ter estilo próprio.


The Corrs é uma banda de música celta formada pelos irmãos irlandeses Sharon, Caroline, Andrea e Jim Corrs. Essa versão de Little Wing (Jimmi Hendrix) é lindíssima e revela um pouco do talento da família.


Playing For Change é uma fundação formada por músicos de diferentes partes do mundo. O álbum Songs Around The World foi gravado ao vivo por mais de 100 artistas, que gravaram individualmente a mesma música. O intuito dos projetos do grupo é buscar a reflexão e conectar as pessoas em busca de paz.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Norah Jones divulga tracklist de seu novo CD

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"Come away with me in the night". Como não lembrar da estrada vazia, do carro em direção a qualquer lugar e de Norah Jones, cantando a acordes lentos a canção homônima que embalou o seu disco de estreia, "Come Away With Me", que em 2012 completa 10 anos de lançamento? Para celebrar uma década de sucesso, a cantora já preparou um novo álbum. "Little Broken Hearts", nome escolhido para a obra de Norah, deve ser lançado no dia 1º de maio. 


A capa do cd é inspirada no filme do diretor Russ Meyer, Mudhoney (1965). A produção do cinesta é um clássico do cinema e pode ser uma boa aposta do que se pode esperar de Little Broken Hearts. Meyer conta a história de um triângulo amoroso durante os anos da Grande Depressão, o filme envolve temas como traição, cobiça e fanatismo religioso. 

Não é de hoje que Jones se envolve de alguma forma com a sétima arte. A cantora já se aventurou no cinema ao viver a romântica Elizabeth, ao lado de artistas já renomados como Jude Law, Natalie Portman e Rachel Weisz, no longa "My Blueberry Nights" (2007), do diretor asiático, Wong Kar-Wai. No filme, a personagem de Jones é a protagonista que fica inconformada ao saber que seu namorado a traiu em um pequeno café de Nova York. Para romper a relação, ela entrega as chaves do apartamento em que os dois viviam para Jeremy (Law), dono do café. A partir daí, Beth (Norah), volta ao lugar algumas vezes e um novo sentimento surge.

Este será o quinto álbum de Norah, que produziu as 12 faixas do seu "pequeno coração partido" ao lado de Brian “Danger Mouse” Burton, com quem a artista já trabalhou quando cantou para o álbum "Rome", de Burton e Daniele Luppi. Com o lançamento do CD, os fãs também podem reservar a agenda para curtir os shows de Norah, que prometeu uma turnê para promover seu trabalho.

Confira a Tracklist:

Good Morning
Say Goodbye
Little Broken Hearts
She’s 22
Take It Back
After The Fall
4 Broken Hearts
Travelin’ On
Out On The Road
Happy Pills
Miriam
All A Dream

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Da série: coisas que vemos na internet e não sabemos nada a respeito

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O youtube, com a ajuda da divulgação no facebook, diariamente nos mostra uma série de menininhas e boysband fazendo cover das músicas mais premiadas atualmente. Compartilhamos inúmeras regravações de Rolling in The Deep, da recente máster premiada no Grammy, a britânica Adele. E é claro que sabemos pouco ou quase nada dessa galera com garganta de ferro.
Adele, Pink, The Killers, Foo Fighters, The Calling, Blink 182, Rihanna e David Guetta (pasmem!) são só alguns dos nomes que levaram a banda Boyce Avenue a fazer sucesso no youtube das mais diversas regiões. Formado pelos irmãos Alejandro Manzano (vocal, guitarra e piano), Daniel Manzano (baixo e backing vocal), Fábio Manzano (guitarra, backing vocal) e o amigo Stephen Hatker (bateria), o grupo surgiu na Flórida no ano 2000 e começou com pequenos shows no colégio Pine View.


Os rapazes do Boyce Avenue são populares na internet por covers como Just Can’t Get Enough, Someone Like You e Here Without You, mas poucos conhecem as músicas que eles mesmos escreveram. Nota-se o talento da banda no primeiro cover que se ouve e pode-se até ficar surpreso ao ver que transformaram What Makes You Beautiful (cá entre nós, um clipe trash que tenta desesperadamente passar uma boyband descolada) nessa delicada e romântica What Makes you Beautiful.
A maior prova do talento dessa galera é o álbum All you’re Meant To Be, lançado em março de 2008. As dez músicas do CD são cheias dessa calmaria e leve sentimentalismo capazes de nos desligar do mundo em apenas três minutos e meio.
Confira três lindinhas que separamos para você:
Confira mais vídeos da banda aqui.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Cinco músicas para curtir no final de semana

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Sexta feira, a queridinha da semana e tão esperada por todos, alguns estão em clima de Carnaval e outros loucos para fugir dessa agitação. Nos grandes centros os blocos já estão desfilando, mas se você prefere ficar em casa e curtir uma música, resolvemos te ajudar e fizemos um Top Five bem eclético para o final de semana.


A primeira da lista é Kiss of Life, Sade, uma banda  considerada a diva do soul  que a vocalista tem o mesmo nome, Sade Adu, fez muito sucesso na Europa e nos Estados Unidos durante os anos 80 e 90. Em 2000 uma aparição no MOBO Awards marcou a volta aos palcos e as paradas de sucesso. 

A segunda indicação é para os que gostam de forró, Céu e Mar, de uma banda que conheci recentemente, Forrueiros. As letras delicadas e românticas fogem um pouco do forró sacana, muitas vezes ouvidos por aí.

A Lenda do Peixe Francês é de outra banda pouco conhecida, a piauiense Validuaté. Foi criada em 2004 e possui um estilo bem eclético, como eles dizem: uma música com filosofia de pára-choque de caminhão.




Versos Simples, Chimarruts, a banda de reggae do Rio Grande do Sul que surgiu em 2000 e estreava nos palcos do Planeta Atlântida, um dos maiores festivais musicais do país, em fevereiro de 2003.

Para fechar Colorir Papel, do baiano Levi Lima, que faz parte da banda Jammil e Uma Noites. A música emplacou nas rádios desde que entrou para a trilha sonora da novela Fina Estampa, da Rede Globo, a música também pode servir de indireta rsrs.
 

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Nublu Jazz Festival no Sesc Ribeirão Preto

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Pra quem acha que Ribeirão anda muito parado e não tem tido ânimo de sair de casa por conta do calor, aí vai uma super motivação: Começa hoje, 8 de fevereiro, o Nublu Jazz Festival no Sesc Ribeirão Preto. Super estréia do festival na cidade! Lançado em 2009, o evento teve edições na França, Turquia e EUA sempre com o intuito de reunir artistas locais e estrangeiros de jazz, soul e hip hop.

Ótima oportunidade de curtir uma boa música e fingir que o clima da nossa cidade é agradável (L). Confiram a programação:
Quarta-feira, dia 8
Marginals & Rodrigo Brandão
Wax Poetic & Tulipa Ruiz
No Teatro Municipal às 21h
Morro do São Bento s/nº
Quinta-feira, dia 9
N’Dea Davenport & Celetrixx
Dom Salvador & Abolição
No Galpão de Eventos do Sesc RP às 21h
Rua Tibiriçá, 50
Sexta-feira, dia 10
Sun Ra Arkestra
No Teatro Municipal às 21h
Morro do São Bento s/nº
Ingressos a R$ 2,50, R$ 5 e R$ 10
Inf.: (16) 3977-4477.
Ingressos e horários:
R$ 10,00 inteira
R$ 5,00 meia
Todos os dias partir das 21 horas.
 

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