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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

A criatividade artística da publicidade

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Por Carina Santos


Anunciar para vender já não é mais um lema funcional entre as grandes agências publicitárias. 
É preciso anunciar para envolver

Claro que o intuito inicial de vendas segue como um dos principais objetivos, mas não é mais o único.



Ao longo das décadas os anúncios publicitários evoluíram de forma surpreendente, tanto que, muito deles, podem ser comparados a verdadeiras obras de arte. 

Que tal conferir algumas ações publicitárias para se inspirar?





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Desnecessário dizer que optar pelo lado cômico da propaganda é sempre uma estratégia bem 
sucedida, concordam?

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Histórias de 7 bilhões de vidas, segundo os Outros

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Ao embarcar numa viagem, o helicóptero de Yann Arthus-Bertrand quebrou em Mali, e o fotógrafo se viu obrigado a pousar num pequeno vilarejo, onde passou quase 48 horas, com um homem, suas três esposas e seus filhos, que o receberam muito bem. “De maneira simples e honesta”, sem lhe pedir nada, como relata Yann, o homem contou que sua única ambição era poder alimentar sua família.

Yann: "A quantidade de informação em circulação nunca
foi tão grande. Tudo isso é muito positivo. A ironia é que, ao
mesmo tempo, nós ainda sabemos muito pouco sobre os
nossos vizinhos. É preciso fazer um movimento em direção
à outra pessoa, entender o Outro"
A conversa que tiveram nesse curto período emocionou tanto o artista que despertou nele o interesse de saber mais sobre a vida daquelas pessoas que fotografava. Foi daí que surgiu o projeto 7 bilhões de Outros. “Somos mais de sete bilhões na Terra, e não haverá um desenvolvimento sustentável se não pudermos viver juntos”, diz Yann. “Espero que cada um de nós estenda a mão e faça estes encontros para escutar outras pessoas e contribuir para a vida delas, adicionando as suas próprias experiências e expressando o desejo de viver juntos.”

Yann formou uma equipe de seis diretores para ir até os Outros. Foram 6 mil entrevistas com pessoas de 84 países diferentes. Todos responderam às mesmas perguntas sobre seus medos, sonhos, problemas, esperanças, que nos ajudam a entender o que nos une e separa. O resultado você confere abaixo.


Felicidade



Perdoar



Histórias de amor



Sonhos e renúncias



Veja outros depoimentos no site oficial do projeto

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Brad Pitt e Angelina Jolie: A história de como o amor pode renascer

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Por Carina Santos

Encontrar a tão sonhada “alma gêmea” pode não ser uma tarefa fácil. Mas, depois de encontrar, muitos acreditam que é ainda mais difícil manter a relação ao longo do tempo. Brad Pitt também sabe disso.

Casado com ninguém menos que Angelina Jolie, Brad chegou muitas vezes a pensar em divórcio. E por quê? A relação se desgastou, o brilho inicial estava se apagando. Meu comentário aqui é que, antes de qualquer rótulo e fama, eles são pessoas. E mais, pessoas que amam.

Relação e pessoas perfeitas não existem de fato. O que ocorre, é que quando se tem uma questão maior e de importância igualmente superior para lutar, agimos verdadeiramente. Brad e Angelina também sabem disso agora.

Houve tempos difíceis entre o casal, até que o ator percebeu que a mudança poderia e, mais, deveria partir dele. Elogios, flores e demonstrações puras de afeto fizeram parte desse novo papel que Brad não interpretou, mas viveu: o de marido apaixonado pela mulher ao seu lado.

Uma sessão de fotos extremamente delicada foi feita. O fotógrafo: Brad. A modelo: Angelina. O ensaio fotográfico revela Angelina nos momentos mais simples de sua intimidade e talvez tenha sido esse o motivo de tamanho sucesso. O resultado disso tudo? O renascimento do amor entre os dois.


Há uma frase dita por Brad que me chamou muito a atenção e cabe perfeitamente aqui: “Eu nem sabia que ela podia amar tão intensamente”.

Bem, agora ele sabe muito bem disso.

Saiba a história completa aqui.
Clique para conferir mais fotos dessa sessão.

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Esse post foi escrito com a colaboração do blog A Guria de Moletom, parceiro do Lupa Cultural.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

1000 fotos, 1000 dias e os olhos cegos de Amy Hildebrand

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Técnica, paixão, dom, que seja, existem vários fatores que auxiliam na hora de tirar uma "boa" fotografia. Não sou profissional, apenas mais uma amadora apaixonada por momentos congelados em um pedaço de papel fotográfico. Mesmo assim, posso dizer e digo quando acho que uma fotografia é bela. Este mesmo adjetivo surgiu em minha cabeça quando vi uma das imagens de Amy Hildebrand.

As fotos da norte-americana impressionam e deixam qualquer um boquiaberto. Mas, o detalhe que reside por de trás da singularidade das imagens de Amy é  uma anomalia genética muito rara: o albinismo. Por conta desta anomalia, que atinge inclusive os olhos, Hildebrand nasceu cega.  Após uma operação ainda na adolencência, Amy recuperou parte da sua visão, aproximadamente 20%, e, mesmo enxergando apenas algumas formas, cores e sombras, ela tomou uma decisão: tornar-se fotógrafa.

Amy tem tanta paixão pela atividade que iniciou o projeto "White Little Sound", em que ela precisa tirar 1000 fotografias dentro de um período de 1000 dias a partir da primeira imagem. Para a norte-americana, o albinismo não a define, ele é só mais um aspecto: "Eu sou uma pessoa com albinismo, mas eu também sou uma fotógrafa, esposa, mãe e artista", diz ela.
Não é a primeira vez que as pessoas conhecem o mundo pelos olhos de um "cego". A canadense Tara Miller tem apenas 10% da visão por conta de um glaucoma. A doença não a impediu de vencer o concurso nacional de fotografia do Canadian National Institute. Miller conseguiu o prêmio pela imagem intitulada“Crespúsculo Fortuito”, que mostra a chegada de uma forte tempestade sobre um campo de girassóis.


Confira aqui algumas das imagens de Amy:








Clique aqui para ver mais fotos de Amy



sábado, 10 de março de 2012

O mundo em miniatura por Lori Nix

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Alguns processos criativos são difíceis de explicação ou simplesmente não tem alguma plausível. O fotógrafo Lori Nix é sempre questionado quanto ao objetivo do seu trabalho. A resposta de Nix não parece agradar a todos, já que ele "constrói o que quer fotografar ao invés de procurar a fotografia".



Arquiteto de um universo em miniatura, Lori produz suas imagens a partir de um mundo criado por ele. Não satisfeito, Nix além de criar sua própria visão de diferentes lugares, imagina como estes mesmos locais ficariam depois de anos. Em uma visão não muito positiva, o nova-iorquino mostra um mundo em miniatura pós apocalíptico em seu projeto "The City", Lori imagina, mais que isso, reproduz em pequenas maquetes o vazio das cidades em um planeta em que a humanidade já não existe.


Apesar de pessimista, o trabalho se revela reflexivo a medida que as fotos provocam uma sensação de desconforto. Lori possui outros projetos como "Lost", "Unnatural History", "Some Other Place" e "Accidantally Kansas", mas foi em "The City" que o fotógrafo ficou frente a frente ao desafio: a criação de interiores arquitetônicos que pode durar até 7 meses.






 Para ver mais acesse: Lorinix

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

A arte humorística de Terry Border

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O fotógrafo Terry Border nasceu em 1965 na Base da Força Aérea no sul da Califórnia. Trabalhou muitos anos com fotografia comercial, mas não satisfeito com o andamento de sua carreira, tentou ser cartunista. Entediado com a necessidade de passar seu dia-a-dia sentado desenhando, passou a fazer pequenas esculturas que renderam alguma verba.
De acordo com sua palestra na Gel Conference sobre Psicologia, Percepção e Forma, suas esculturas ficavam cada vez maiores e chegou a ser deprimente deparar-se com elas pelos cantos da casa, pois o lembravam de que não haviam sido vendidas. Buscando um trabalho que o divertisse além de tudo, Border teve a ideia de fazer objetos menores. Assim ele poderia escondê-las quando não as vendesse, talvez colocá-las na gaveta ou atrás do sofá, como ele mesmo disse.
Testou sua nova ideia com pequenos pedaços de arame, que tinham absolutamente custo algum. Fez uso de seu olhar distorcido, já citado anteriormente e, aos poucos, Terry Border acrescentou todo seu humor. O resultado? Confiram logo abaixo:










As imagens foram retiradas do blog do fotógrafo Terry Border.

Por trás das lentes de Antanas Sutkus

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Numa tentativa de fugir da loucura do Carnaval, fui parar em Curitiba. Apesar de não encontrar quase nenhuma alma viva (passei até por zumbis!), a viagem valeu a pena. Para quem passar por lá até o dia 30 de maio, recomendo uma visita à exposição Antanas Sutkus: Um Olhar Livre, que reúne 120 imagens feitas pelo fotógrafo no Museu Oscar Niemeyer.

Nascido em 1939 na cidade de Kaunas, na Lituânia, Sutkus construiu sua carreira sob o regime comunista. Seu pai foi envolvido em um processo de reestruturação política durante os primeiros cinco anos da ocupação dos soviéticos, com os quais não se identificava, e cometeu suicídio quando o fotógrafo tinha apenas um ano de idade. Pouco tempo mais tarde, após a chegada dos nazistas na Lituânia, sua mãe foi obrigada a se esconder, deixando-o com seus avós.

A convivência com eles aproximaram Sutkus do cotidiano simples das pessoas, levando-o a fotografar o povo lituano em suas atividades mais comuns. É essa simplicidade, aliás, que torna suas obras ainda mais excepcionais e nos relembra a importância de aproveitar os pequenos prazeres da vida.

A famosa fotografia de Jean-Paul Sartre
Mas os lituanos não foram os únicos que fizeram parte do trabalho de Sutkus. Em julho de 1965, Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir fizeram uma viagem para a Lituânia e, durante um jantar oficial, o fotógrafo teve a oportunidade de conhecê-los.

Na época, Sutkus tinha apenas 26 anos e viajou pelo país por cinco dias com o casal. Foi aí que ele fez uma das imagens mais famosas do filósofo: depois de revelar as fotos, Sutkus as enviou para Sartre que, satisfeito, passou a usá-las em algumas de suas publicações.

Antanas Sutkus: Um Olhar Livre
Museu Oscar Niemeyer
Endereço: R. Marechal Hermes, 999 - Curitiba (PR)
Quando: até 30 de maio de 2012

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Fotografias famosas recriadas em Lego

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Algumas brincadeiras marcam tanto quando se é criança, que perduram até a idade adulta tornando-se um hobby. Os projetos e ideias que utilizam Lego na decoração, como já foi falado aqui, são um exemplo disto. O fotógrafo Mike Stimpson também apostou nas peças de brincar e fez da diversão infantil seu trabalho. Além de programador de games, ele aproveita o tempo livre para fotografar as peças Legos. 

Uma das ideias (geniais) de Stimpson, foi recriar fotografias que entraram para história com os Legos que ele tanto gosta. Na galeria de imagens do fotógrafo estão: O beijo na Times Square, Lennon e Yoko deitados na cama, o almoço de operários no topo de um arranha-céu e outras fotografias. Confira aqui algumas fotos de Stimpson.






segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Fotógrafa registra imagens de quartos de adolescentes nos EUA e Oriente Médio

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O quarto de uma garota diz muito sobre sua personalidade. A posição da cama, os quadros, as cores das paredes ou até mesmo as roupas espalhadas por todos os cantos. A partir dessa ideia, a fotógrafa libanesa Rania Matar desenvolveu o projeto fotográfico "Uma menina e seu quarto" (A Girl and her Room).Com as fotografias, a libanesa pretende mostrar a importância desse espaço único e pessoal, que é o quarto de uma adolescente em um momento de transição para a vida adulta. Inspirada na passagem da própria filha e fascinada com a ideia da transformação em curso, Rania começou a fotografá-la e também as amigas da menina. A partir de então, a libanesa começou a registrar imagens de diversos quartos de garotas na faixa de 15 a 20 anos.

Inicialmente a ideia do projeto era focar em adolescentes norte-americanas, mas o conceito de Rania se expandiu para incluir outras meninas a partir dos dois mundos que a fotógrafa estava familiarizada: os Estados Unidos e no Oriente Médio.
Um dos trunfos do trabalho da libanesa é este: independentemente de religião e cultura, as meninas apresentam algumas semelhanças.

Confira algumas imagens:

Elham 18, Shatila Refugee Camp Beirut, 2009
Emma 18, Brookline MA, 2009
Hollie 19, Harrisville RI, 2010
Raissa 15, Medford MA, 2009
Christilla 19, Rabieh Lebanon, 2010
Hala 19, Shatila Refugee Camp Beirut, 2010


Clique aqui para acessar mais imagens no site de Rania.
 

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